A falta de tornozeleiras eletrônicas na Bahia está comprometendo o monitoramento de criminosos que deveriam estar sob fiscalização da Justiça. Há cerca de quatro meses, novas instalações estão suspensas por falta de equipamentos.
A situação ocorre porque a Central de Monitoramento Eletrônico de Pessoas (CMEP), da Seap, atingiu o limite contratual de vagas. A suspensão, que inicialmente terminaria em agosto, foi prorrogada até 7 de outubro.
Sem a tornozeleira, o controle sobre o cumprimento das medidas judiciais fica limitado. O cenário acende um alerta para a segurança pública, já que o monitoramento eletrônico permite acompanhar restrições impostas pela Justiça.

